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Distrito Federal

Um voto de confiança no canteiro de obras: Adriana Rezende é rleeleita no CREA-DF

Amarildo Mota

Públicado

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Foto: Divulgação CREA - DF

 

Por trás do asfalto, das subestações de energia e dos prédios que moldam o Distrito Federal, existem milhares de engenheiros e agrônomos que precisam lidar, diariamente, com burocracias, prazos e fiscalizações. No último dia 3 de julho de 2026, esses profissionais decidiram, por meio de uma votação 100% virtual, quem organizará a categoria nos próximos três anos.

A engenheira eletricista Adriana Rezende foi reconduzida ao cargo de presidente do CREA-DF com 63% dos votos válidos (1.853 votos).A vitória expressiva nas urnas digitais aponta para o desejo de continuidade em um órgão que, historicamente, carrega a fama de ser lento e distante do trabalhador autônomo ou do engenheiro de campo.

O principal desafio da gestão para o triênio 2027-2029 é justamente aprofundar a desburocratização técnica, agilizando a liberação de registros e Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs) para que o trabalho na ponta não fique travado por papéis.

Além da presidência, a votação definiu a nova composição da Mútua-DF (a Caixa de Assistência dos Profissionais), que terá Karine Moreira na Diretoria-Geral, Fabíola Resende na Diretoria-Administrativa e Guilherme Louly na Diretoria-Financeira. Juntos, eles assumem a responsabilidade de gerir os benefícios, auxílios e a previdência complementar da categoria.

Em uma capital que não para de crescer e que exige atenção constante com a segurança de suas estruturas, a permanência de Adriana Rezende no comando do CREA-DF representa a tentativa de consolidar um conselho mais prático, focado na orientação preventiva antes da punição e na valorização real de quem assina os projetos da cidade.

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