Distrito Federal
Celina Leão lidera iniciativa inédita que coloca o DF na vanguarda da reabilitação neurológica
Foto/Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, protagonizou nessa segunda-feira (12) um marco importante para a saúde pública, ao assinar o projeto de pesquisa que viabiliza a implantação do primeiro Centro de Tecnologias de Reabilitação Neuromotora do DF. A iniciativa pioneira aposta no desenvolvimento e na aplicação de exoesqueletos inteligentes para o tratamento de pacientes com sequelas neurológicas.
Sob a liderança de Celina Leão, o projeto nasce com a missão de unir inovação científica, tecnologia assistiva e fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Após a conclusão da etapa de pesquisa, o centro será incorporado à rede pública de saúde, em articulação com o Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF), ampliando o acesso a terapias avançadas para pessoas acometidas por acidente vascular cerebral (AVC) e outras condições que afetam a mobilidade e o equilíbrio.
Para a governadora em exercício, a assinatura do termo representa um compromisso concreto com o futuro da saúde no DF. “Estamos falando de uma política pública que enxerga a reabilitação como parte essencial do cuidado integral. Investir em tecnologia é investir em dignidade, autonomia e qualidade de vida para a população”, afirmou Celina Leão.
Com investimento total de aproximadamente R$ 2,9 milhões, o projeto consolida o Distrito Federal como um polo de referência nacional em inovação na área de tecnologia assistiva robótica. Segundo Celina, a iniciativa fortalece a rede pública, amplia a capacidade de atendimento e garante que os avanços científicos cheguem de forma equitativa a quem mais precisa.
O plano prevê duas frentes de atuação complementares. A primeira envolve a aquisição e adaptação de um exoesqueleto robótico de última geração, destinado a pacientes com maior potencial de recuperação funcional. A segunda aposta no desenvolvimento de um andador robótico inteligente de fabricação nacional, com menor custo e grande possibilidade de escala, ampliando o alcance do atendimento a pessoas com distúrbios de marcha e equilíbrio.
A expectativa é que o centro beneficie entre 1,5 mil e 2 mil pacientes por ano. Além do impacto direto na reabilitação, a vice-governadora destaca os reflexos positivos para o sistema público de saúde, com uma economia estimada em mais de R$ 300 milhões ao longo de cinco anos, decorrente da redução de internações prolongadas, reinternações e da dependência funcional dos pacientes.
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