Nesta segunda-feira (13), O Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), publicou as regras que estruturam a gestão compartilhada nas escolas públicas da capital, conquista celebrada pelo deputado distrital Roosevelt Vilela (PL), nas redes sociais, como o marco definitivo para a segurança jurídica do projeto.
O texto estabelece normas padronizadas e pereniza o formato nas instituições de ensino locais. Para confrontar o debate ideológico que cerca o tema, Vilela amparou seu posicionamento em evidências acadêmicas. O parlamentar apresentou conclusões de um estudo publicado pela revista científica International Journal of Educational Development, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O trabalho estatístico mapeou a realidade de 66 mil estudantes para aferir o real impacto socioeducacional dessa metodologia.
No campo pedagógico, o diagnóstico revelou progressos visíveis: elevação das notas em disciplinas fundamentais como matemática e língua portuguesa, saltos nos indicadores do Ideb e diminuição da retenção de alunos nas mesmas séries. A pesquisa também apontou reflexos na rotina de segurança dos colégios. De acordo com o cruzamento de dados, o ambiente interno registrou quedas severas em ocorrências complexas, como roubos, ameaças verbais ou físicas contra o corpo docente e a presença de substâncias ilícitas ou armamentos.
A nova publicação legal regulamenta o funcionamento das 25 unidades que já trabalham integradas à Polícia Militar e ao Corpo de Bombeiros no DF. O distrital pontuou que a regulamentação atende ao anseio direto da população do DF, uma vez que o sistema mantém aprovação superior a 80% entre pais e responsáveis.