Distrito Federal
GDF reforça ações de acolhimento à população em situação de rua
O Governo do Distrito Federal (GDF) realizou, entre os dias 14 e 18 de junho, mais uma etapa do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Ao longo dos cinco dias, 35 pessoas foram atendidas em pontos estratégicos de Ceilândia e do Plano Piloto. A operação também resultou na remoção de 15 estruturas precárias construídas em áreas públicas. Todo o material foi recolhido com apoio de cinco caminhões e encaminhado ao Serviço de Limpeza Urbana (SLU).
As abordagens são parte de uma estratégia humanizada e intersetorial que visa não apenas a retirada de ocupações irregulares, mas principalmente a garantia de acesso a serviços essenciais. Durante as ações, são oferecidos atendimentos nas áreas de saúde, educação, assistência social e orientação sobre direitos — como o transporte interestadual e cuidados com animais domésticos.
Pessoas em extrema vulnerabilidade podem receber um auxílio emergencial no valor de R$ 600, destinado àqueles que não têm condições de arcar com aluguel. Além disso, há encaminhamento para vagas em abrigos, programas de capacitação como o RenovaDF e inscrição em cadastros habitacionais.
De acordo com o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, o objetivo é oferecer respostas concretas a quem vive nas ruas. “Essa operação mostra o compromisso do GDF em atuar de forma coordenada, levando serviços públicos diretamente a quem mais precisa. Em Ceilândia, por exemplo, conseguimos atender diversas demandas sociais com dignidade, promovendo inclusão e acolhimento com respeito às particularidades de cada cidadão”, destacou.
A iniciativa reúne diferentes órgãos e entidades do governo, como as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), Segurança Pública (SSP-DF), Justiça e Cidadania (Sejus), além da DF Legal, Novacap, SLU, Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Conselho Tutelar.
O Distrito Federal foi o primeiro ente federativo do país a apresentar um plano de atendimento estruturado após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu ações de remoção compulsória de pessoas em situação de rua. O modelo atual começou a ser testado em maio de 2024, com ações-piloto na Asa Sul e em Taguatinga, que resultaram no atendimento a cerca de 50 pessoas.
O plano foi oficializado em 27 de maio e, desde então, o GDF vem realizando operações semanais em diferentes regiões administrativas, como Plano Piloto, Vila Planalto, Ceilândia, Taguatinga Norte e Sul, Águas Claras e Arniqueira.
O esforço contínuo busca garantir que o atendimento à população em situação de rua seja feito com base em políticas públicas de inclusão, respeito e dignidade, envolvendo uma ampla rede de apoio interinstitucional.
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