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Distrito Federal

Bastidores: O tamanho do racha na esquerda do DF

Amarildo Mota

Públicado

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Crédito: Imagem gerada por Inteligência Artificial / Copilot

 

A decisão do PT de fechar a chapa majoritária com Leandro Grass para o governo e Érika Kokay ao Senado inviabilizou o bloco único com o PSB. Rodrigo Rollemberg expôs publicamente a insatisfação dos socialistas no último ato da legenda.

A avaliação interna é que o PT cobrou uma unidade artificial, isolando o plano do PSB de emplacar Ricardo Cappelli na disputa pelo Palácio do Buriti.

O desdobramento prático desse racha já chegou às campanhas de rua. Candidata à reeleição, a senadora Leila Barros (PDT) mantém o alinhamento formal ao campo progressista, mas a coordenação do PSB já costura uma distribuição casada de material gráfico entre ela e Cappelli.

A estratégia isola a chapa pura dos petistas na capital. Na prática, a federação partidária só existe no papel. No asfalto de Brasília, a esquerda vai disputar o voto do mesmo eleitor de forma fracionada.

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