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Distrito Federal

Enfermeira Eliane Sousa de Abreu leva à CLDF proposta de gestão com foco em reter talentos e corrigir deficiências no IgesDF

Amarildo Mota

Públicado

em

Foto : Davidyson Damasceno/ASCOM/IGESDF

 

Hoje (12/09), foi sabatinada em audiência pública,  Eliane Sousa de Abreu que é formada em enfermagem e é mestre em gestão da saúde, indicada pela governadora Celina Leão para a presidência do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), pela Assembleia Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Em sua explanação inicial, Eliane fez um engrandecimento da profissão da enfermagem para a saúde pública como um todo. Se posicionou que falar de enfermagem é falar de liderança assistencial e gestão no cuidado de decisão clínica. Que a enfermagem ocupa uma posição central na assistência à saúde, que o enfermeiro é um profissional de entregas na multifuncionalidade, coordena fluxos, monitora indicadores e gerencia riscos, dentre outras aplicabilidades.

Eliane, questionada sobre como pretende fazer para superar os desafios da gestão à frente do IgesDF, foi enfática ao destacar que, de pronto, precisa reter os talentos que já se encontram lá para fortalecer o Instituto, e que isso já havia sido iniciado ainda na gestão de Juraci, pois não conseguirá trabalhar sem profissionais médicos. Fará uma revisão para que sejam corrigidas todas as pautas que foram deficitárias. Essa pauta de correção é prioritária para que possa haver as entregas à saúde pública.

Citou, por exemplo, sua gestão no Hospital Regional de Santa Maria(HRSM), na área de pediatria, onde foi fortalecida uma visão de que havia a necessidade de entregar resultados para esse perfil de pacientes, e os resultados foram excelentes.

No questionamento sobre sua experiência como gestora do Hospital de Santa Maria, a sabatinada falou sobre um grande desafio: “após um dia de trabalho, se questionava se no dia seguinte estaria lá novamente”, e isso a engrandecia perante ela mesma, para que ela conseguisse voltar, e que voltava por toda a equipe que estava lá, equipe essa que levava todo o seu respeito e sua admiração. Essa equipe proporcionou a ela, durante três anos, “ser referência no Hospital de Santa Maria”, que é o segundo maior hospital do DF, e que todo dia aceitava esse desafio. Finalizou dizendo que “sua trajetória não a fez vítima, e sim uma vencedora”.

Eliane foi muito polida ao falar sobre as ações administrativas que pretende empreender na gestão do Instituto, no entanto, demonstrou muita força de vontade para desenvolver uma gestão focada na melhora da saúde no DF.

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