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Distrito Federal

Impeachment de Ibaneis Rocha é encenação eleitoreira, afirma análise em portal

Foto/Divulgação/MDB

Amarildo Mota

Públicado

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Em matéria publicada neste Sabado (07/02) no portal Radar DF,  o jornalista Tony Duarte, presidente da Associação Brasileira de Portais de Notícias (ABBP), analisou os pedidos de impeachment contra o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), protocolado por partidos de oposição. Com tom crítico, classificou a iniciativa como “piada eleitoreira” e “estória pra boi dormir”, destacando a falta de base jurídica e o timing suspeito da ação.

No texto, intitulado “Impeachment de Ibaneis vira piada eleitoreira de velhacos da política do DF”, o jornalista  argumenta que o pedido “nasce velho, sem fato e com prazo vencido”. Ele ressalta que Ibaneis deixará o cargo em 58 dias para cumprir a legislação eleitoral, já que pretende concorrer a uma vaga no Senado nas eleições deste ano. Com a saída prevista para abril, a vice-governadora Celina Leão (PP) assumirá automaticamente o governo.

A análise aponta que a movimentação é liderada por partidos como PT, PV, PCdoB, Rede e PDT, mas a atribui a “velhos conhecidos da esquerda” que estariam tentando recuperar relevância perdida. Duarte cita ex-governadores do DF: Rollemberg (PSB); Agnelo Queiroz (PT) e Cristovam Buarque (Cidadania), como protagonistas da ação, lembrando escândalos ocorridos em suas gestões, como a Operação Circus Maximus, as denúncias de corrupção no estádio Mané Garrincha e o “Massacre da Estrutural”.

Segundo a matéria, o pedido de impeachment não apresenta fatos concretos que liguem Ibaneis Rocha a fraudes no Banco Máster, e a tentativa de associá-lo ao banqueiro Daniel Vorcaro é considerada “frágil e seletiva”. Duarte contrasta a situação com um encontro reservado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o banqueiro Vorcaro , questionando a seletividade da oposição.

O texto afirma que, com 63% de aprovação, Ibaneis encerra um dos governos mais bem avaliados da história do DF, enquanto a oposição “coleciona derrotas há mais de uma década”. A motivação real por trás do impeachment, na visão do autor, seria o “medo das urnas” e a falta de competitividade eleitoral.

Tony Duarte encerra afirmando que a iniciativa não tem objeto, efeito prático ou chance de prosperar, sendo apenas um “espetáculo fraco e irrelevante” para criar palanque eleitoral. Para ele, o pedido é uma “peça de ficção política” diante da realidade jurídica e do cenário eleitoral desfavorável à oposição.

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